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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Pode ajudar-me a obter um financiamento bancário?

Olá bom dia, 
Gostaria de colocar uma questão e assim solicitar a vossa ajuda/opinião em relação ao que devo fazer no seguinte. Tenho um projecto de uma Caprinicultura com financiamento comunitário aprovado e já com alguma execução, mas agora deparei-me com um entrave. Pensei em recorrer ao crédito para parte do projecto. O projecto é de 140 000.00€ e eu necessito de 70 000.00€ Apesar de ter condições para pagar e o banco está a pedir uma garantia bancária ... como os imoveis que possuo tem hipoteca, estou num impasse. Não quero desistir porque para além do dinheiro, já investi 4 anos de vida neste projecto. 
Sinto que posso morrer na praia ... Podem ajudar-me a encontrar uma solução sff, sozinho não estou a conseguir. 
Obrigado

Comentários:
1. Se os imóveis que deu como hipoteca para garantir empréstimos anteriores tiverem valor para cobrir os 70 000 € do novo empréstimo, tente fazer uma 2.ª hipoteca junto do banco que detém a 1.º hipoteca.

2. Outra alternativa  passa por apresentar um fiador, alguém que tenha rendimento e/ou património para garantir junto do banco o pagamento dos 70 000€ do empréstimo.

3. Para obter apoio especializado ligue com a eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917 075 852) 

Programa de Valorização do Queijo da Região Centro

No âmbito do II Encontro anual de trabalho da AREQ - Associação da Rota Europeia do Queijo que terá lugar na cidade do Fundão, nos dias 19 e 20 de outubro, José Martino irá apresentar em representação da RURIS , o projeto indicado em titulo, na próxima 6.ª feira, dia 20 de outubro, pelas 9h00.

Fórum Agrogarante “Conversas de Agricultura”



A Agrogarante irá organizar um Fórum no dia 10 de novembro, em Vila Real, no Auditório da NERVIR, com início programado para as 14h30.
O Fórum, enquadrado no âmbito das “Conversas de Agricultura” que a Agrogarante tem vindo a realizar nos últimos anos, terá como tema central “Financiamento e Apoio ao Investimento no Sector Primário – Competitividade e Crescimento”.
As inscrições são gratuitas, mas limitadas e deverão ser feitas para o email mkt@agrogarante.pt.
José Martino em representação da Espaço Visual está convidado para intervir neste Fórum 


BFRUIT: um exemplo de gestão agrícola

O meu artigo de opinião, publicado na última edição do semanário "Vida Económica". Para quem quiser ler no papel, ver Vida Económica de 13.10.2017.
BFRUIT: um exemplo
de gestão agrícola
José Martino
Consultor e empresário agrícola
Há 4 anos a Eng. Fernanda Machado lançou o desafio, na consultora Espaço Visual elaborou-se o plano de negócios e com um pequeno conjunto de pessoas que acreditaram em nós e no projeto formou-se a empresa para apoiar os pequenos produtores de pequenos frutos de Portugal, exportando as respetivas produções de framboesas, mirtilos, groselhas e amoras.
Costuma-se dizer que o homem sonha e a obra nasce. Posso hoje dizer que o homem, eu próprio, e a mulher, a engª Fernanda Machado, sonharam e a obra nasceu. Olho para trás e não posso deixar de ficar emocionado.
Partimos do zero e arriscamos mudar as mentalidades. Conseguimos. Fizemos dezenas de sessões de esclarecimento por todo o Norte, para centenas de pequenos produtores. A mensagem era clara: juntos, a produzir melhor e com mais qualidade, e de uma maneira uniforme, éramos mais fortes, criaríamos mais riqueza.
Fizemos elevados investimentos. A mensagem passou. A Bfruit, em Moreira de Cónegos, é hoje uma empresa de sucesso e permitiu que centenas de pequenos produtores pudessem produzir melhor e comercializar melhor. Todos ficaram a ganhar, a empresa, os seus acionistas, os produtores, os consumidores, em suma, a Região e o País.
A Bfruit é uma Organização exemplar dentro da pequena agricultura, pela competência e energia da liderança da Eng. Fernanda Machado, pelo apoio estratégicos dos membros do Conselho de Administração e pelo trabalho e dedicação dos seus funcionários. A Bfruit permite o acesso ao mercado internacional de pequenas produções por exploração agrícola (regista-se que a faturação prevista para este ano de 2017 é superior a 7 milhões de euros, 95% do valor em exportações).
Esta empresa foi constituída com o objetivo de comercializar, sobretudo exportar, as produções dos seus acionistas produtores de pequenos frutos e kiwis, tornando-se dentro do prazo temporal mais curto uma Organização de Produtores reconhecida pela União Europeia e pelo Estado Português.
A metodologia empregue pela Bfruit é um excelente exemplo ou estudo de caso que pode ser utilizado na organização de outras fileiras agrícolas compostas por microprodutores. Em menos de três anos volvidos da sua formação, obteve o reconhecimento como Organização de Produtores, dando aos seus associados a possibilidade de terem prioridade no acesso aos apoios do PDR 2020.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Espaço Visual aposta no negócio do Kiwi Jintao


- aumento das exportações de fruta atrai produtores e investidores
A consultora agrícola Espaço Visual e o grupo empresarial “Frutas Douro ao Minho” vão organizar uma sessão de esclarecimento sobre o potencial de negócio do Kiwi Jintao, no próximo dia 10 de Outubro, a partir das 9.15 horas, nas instalações da Frutas Douro ao Minho, em Briteiros, Guimarães, e, da parte da tarde, nas instalações da Espaço Visual na zona industrial de Gondomar.
Esta sessão ganha mais oportunidade e atenção devido ao aumento das exportações de fruta no 1º semestre deste ano, recentemente divulgadas, e que atingiram mais de 23%, para um total de 724 milhões de euros de faturação.
A iniciativa, que se prolonga até às 18 horas, obriga a inscrição gratuita mas obrigatória (aqui - http://bit.ly/kiwijintao) e irá abordar temas tão pertinentes como os apoios existentes ao Investimento para o setor, assim como uma parte prática com a visita a pomares de Kiwi Jintao.

“Este evento é um momento importante para explicar a produtores e investidores como se pode ter sucesso neste tipo de negócio. Aliamos a parte teórica à prática, garantindo uma visão global do negócio”, afirmou José Martino, CEO da Espaço Visual.

Espaço Visual forma jovens agricultores para o negócio das plantas



O negócio das plantas, nas suas várias dimensões e variantes, está em alta. Nesse contexto, a consultora agrícola Espaço Visual, dando seguimento a um significativo apelo do mercado agrícola, vai lançar uma ação de formação denominada “Proteção das plantas - UFCD 7583 - E-learning”.
Esta iniciativa é fundamentalmente dirigida aos Jovens Agricultores, e tem como objetivo o desenvolvimento de conhecimentos e competências no âmbito da proteção das plantas. Os interessados devem fazer a sua inscrição no site da Espaço Visual, no seguinte link (http://formacao.espaco-visual.pt/informacaocurso.aspx?id=60).
Os conteúdos a ministrar irão permitir identificar o objetivo e descrever os principais conceitos em proteção das plantas; reconhecer os principais inimigos das plantas; enumerar as principais estratégias e meios de proteção das culturas contras as infestantes, doenças e pragas.
Além da proteção das plantas, os formandos irão aceder a conhecimentos sobre os acidentes fisiológicos ou culturais; a flora infestante; os agentes causadores de doenças e as pragas das plantas.

A metodologia a aplicar neste curso pelos formadores será de índole ativa, centrada no participante, e utilizando diversas técnicas de ensino à distância, com exposição dialogada, estudos de casos, visionamento de filmes e trabalhos práticos.

domingo, 8 de outubro de 2017

Sequeiro: que opções culturais extensivas?

Boa tarde Sr. Eng. José Martino,

Antes demais os meus parabéns pelo seu blog que ajuda bastante quem está a começar.

As minhas dúvidas são as seguintes:
Tendo constatado que existem diversos terrenos rústicos penhorados no site da AT, surgiu-me a ideia de poder adquirir algum a baixo custo.
Gostaria de saber qual a melhor solução para posteriormente rentabilizar o mesmo, preferencialmente em plantio de sequeiro, em virtude de não existirem terrenos disponíveis perto da minha residência (o mais perto a cerca de 60 km).

O que devo ponderar? Oliveiras? Pinheiros Mansos?
A ideia é rentabilizar o terreno, mas não é necessário que seja para ontem, as coisas levam o seu tempo. 
Agradecia uma sugestão da sua parte.
Em relação às dimensões do terreno, falo em coisas a rondar 1,5 ha.

Obrigado.

Cumprimentos,

Comentários:
1. Deve fazer o levantamento das entidades, cooperativas ou empresas, que na região onde pensa intervir podem comercializar e valorizar as suas produções futuras. Dessas produções avalie aquelas que têm melhor aptidão para os seus terrenos e opte por aquela que tiver melhor valorização e menor risco de produção

2. A cultura do pinheiro manso, se a região tiver aptidão de clima para a cultura, parece-me uma excelente opção. Terá de explorar várias parcelas para obter uma dimensão mínima de 8-10 hectares

3. Pode também pensar em opções de âmbito florestal com produção de cogumelos selvagens 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Aconselha duas atividades agrícolas consociadas no mesmo espaço físico?

Bom dia Engenheiro,
Sou um seguidor do seu blog e agora chegou a altura de também eu vir pedir a sua opinião. 

Vou instalar um projecto de frango do campo algures no distrito de Coimbra ou Aveiro. Como vou ter cerca de 8 ha de parques para os frangos, pensei em rentabilizá-los com alguma outra produção agrícola. Pensei na cultura do limoeiro, o que acha? Tem alguma sugestão de outras opções?
Desde já muito obrigado pela sua atenção!
Com os melhores cumprimentos,

Comentários:
1. Verifico que dificilmente se consegue ter sucesso quando há 2 atividades agrícolas ligadas ao mercado consociadas/juntas no mesmo espaço: há uma delas com o devido acompanhamento ou os resultados de ambas são um desastre.

2. Se ler este blogue com atenção no que diz respeito ao desenvolvimento de novas atividades agrícolas verifica que o 1.º conselho que dou é: encontrar um operador comercial que valorize o que se vai produzir. Questão: tem operador comercial que lhe valorize os limões?

3. Sugestão: acompanhe de forma rigorosa os frangos de campo e não pense em dispersar o seu foco noutra atividade agrícola. Passados 2 a 3 anos, obtendo sucesso com os frangos do campo, dedique-se a uma 2.ª atividade agrícola que irá desenvolver noutro espaço físico, sendo recomendável a sua instalação o mais perto do local onde já está instalado.

domingo, 1 de outubro de 2017

Preparação de camalhões - mirtilos

Boa noite Sr. Engenheiro. 

Estou a pensar plantar os meus mirtilos em camalhão composto de turfa e carrasca de pinheiro. Gostaria imenso que me desse a sua opinião em relação ás quantidades percentuais de turfa e carrasca para 1m cúbico de composto e se concorda com o tipo de matéria a aplicar.

Comentários:
1. Espalhe ma linha de plantas 100 m3/ha de casca de pinho compostada.

2. Incorpore com frezagem ou gradagem para a casca de pinho ficar misturada com o solo agrícola.

3. Abra um rego na centro da linha.

4. Aplique 300 m3/ha de turfa enchendo o rego 

5. Arme o terreno em camalhão cobrindo o rego cheio de turfa.

Conclusões: é muito importante melhorar as caraterísticas físicas do solo na zona de camalhão, tendo como 
objetivo fazer com que as raízes do mirtilo de desenvolvam muito bem

sábado, 30 de setembro de 2017

Na agricultura não é fácil produzir

Não me revejo na frase "fácil é produzir, difícil é comercializar". É difícil produzir, quando se quer ter qualidade, o perfil do produto que o mercado quer trocar por euros e ao mesmo tempo obter a produtividade (produção por unidade de superfície ou por animal) mínima para gerar rentabilidade para fazer face aos encargos reais e atribuídos. Isso obriga a investir em equipas, conhecimento e experiência. Contratar chefe de exploração ou operadores especializados competentes, visitar explorações de referência, em Portugal e no estrangeiro, procurar introduzir valor acrescentado às produções, obter apoio técnico e de gestão com grande qualificação. Só assim se conseguirá dimensão, economias de escala, e um produto uniforme (os produtores de um dado produto têm de produzir com processos idênticos).

Os empresários agrícolas, jovens ou mais velhos têm de assumir que a agricultura não é um "hobby", é uma actividade e um negócio muito sério e um desafio muito grande de risco elevado, uma "industria" a céu aberto. É também um sector de actividade aliciante e repleto de potencial económico e rentabilidade.

Dito isto: é preciso ter perfil de empresário agrícola e ter a noção que tal obriga a uma disponibilidade quase total do próprio ou da equipa. Só assim se consegue fazer a operação certa na hora certa, evitar os problemas e corrigi-los quanto antes. Este é um dado importante. Deixar para amanhã a operação que se deve fazer hoje pode implicar prejuízos enorme e o fim de um sonho. 

Parabéns BFRUIT

Celebra-se no dia de hoje o 4.º aniversário da assinatura da escritura pública de formação da Bfruit - Comércio Internacional S.A (30 setembro de 2013).

É uma data memorável que pretendo aqui registar por se tratar de uma Organização exemplar dentro da pequena agricultura, sobretudo familiar, no que diz respeito a produção homogénea e no acesso ao mercado internacional de pequenas produções por exploração agrícola (regista-se que a faturação prevista para este ano de 2017 é superior a 7 milhões de euros, 95% do valor em exportações).

Esta empresa foi constituída com o objetivo de comercializar, sobretudo exportar, as produções dos seus accionistas produtores de pequenos frutos e kiwis, tornando-se dentro do prazo temporal mais curto uma Organização de Produtores reconhecida pela União Europeia e pelo Estado Português.

O lançamento do negócio foi muito exigente no que diz respeito a encontrar clientes, montar a logística para apresentar qualidade homogénea de produto, controlar a qualidade dos frutos entregues pelos sócios, criar as condições para controlar a rastreabilidade das produções quando a mesma palete contém frutos de vários produtores, tratar as reclamações dos clientes, encontrar um sistema de transportes para exportar pequenas quantidades por entrega/envio, formar equipas de trabalho para assistência técnica, controlo de qualidade, armazém, comercial, etc.

A metodologia empregue pela Bfruit é um excelente exemplo ou estudo de caso que pode ser utilizado na organização de outras fileiras agrícolas compostas por microprodutores: a realidade de muitos outros casos tem dito que pretendem começar um negócio do zero, formar equipas de trabalho, conhecer e montar, o negócio e a logística, tudo o mais que é necessário para o efeito, com baixo nível de capital e sem liderança no negócio 

A Bfruit conseguiu juntar mais de uma centena de produtores ao longo de todo o território nacional na mesma estratégia de produção e comercialização.

Em menos de três anos volvidos da sua formação, obteve o reconhecimento como Organização de Produtores, dando aos seus associados a possibilidade de terem prioridade no acesso aos apoios do PDR 2020.

Nas véspera de celebrar 4 anos de  a Bfruit apresentou o seu 1.º Programa Operacional, o qual irá permitir para o ano de 2018, obter novos instrumentos de gestão das produções, mais apoios financeiros aos produtores, abaixamento de custos na assistência e no controlo de qualidade, etc.

Parabéns a todos os sócios da Bfruit! Eles merecem festejar terem conseguido uma Organização excelente e única no panorama agrícola de Portugal!
 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Suínos Bísaros

Boa noite
Sou jovem agricultora, tenho um projecto de Porcos Bisaros, mas na realidade o projecto não desenvolveu, como consequente não dá rendimentos.
Inicialmente seria apenas para o meu tomar conta da exploração, coisa que não aconteceu, e neste momento quero ser eu a gerir todo o projecto, mas não sei os métodos com que o fazer. Daí o intuito deste pedido, seria para que o Eng.º José Martino se me poderia ajudar de alguma maneira.

Desde já agradeço qualquer atenção prestada

Comentários:
1 - A atividade animal é mais exigente em formação, conhecimento, trabalho, face à atividade vegetal. É preciso tratar e acompanhar os animais 365 dias por ano, sendo a mesma exigência pouco frequente no que diz respeito às plantas.

2. No seu caso concreto para ganhar experiência faça um estágio numa exploração de suínos bísaros.

3. Se precisar de ajuda concreta para implementar o indicado em 2 fale com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual  (917 075 852).

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Regras para definir valores de renda de terrenos agrícolas

Boa tarde Engº José Martino,
Tentei publicar no seu blog mas não consegui.
Sou engª agrónoma e pretendo arrendar 5 ha de vinha (plantada este ano) na região de évora, e 60 ha de cultura arvense de sequeiro, também em Évora, solos B. Existem valores tabelados (máximos ou mínimos) de renda? Se não que intervalo de valores deverei considerar?
Obrigada

Comentários:
1. Os valores das rendas são livres e negociados entre as partes, proprietário e arrendatário.

2. Na minha opinião, os valores das rendas devem  ter em conta por uma lado, se necessários, os valores de investimento a realizar em melhoramentos fundiários e infraestruturas (o valor da renda desce à medida que sobem estes valores de investimento) e por outro lado, o rendimento liquido das atividades que podem colocar no terreno (a renda varia entre 5% a 15%).

3. A minha experiência de alguns milhares de casos que conheço, sobretudo ter assistido ao passar dos anos desde a assinatura dos contratos de arrendamento, diz-me que os valores da renda devem ser negociados após o rendeiro fazer as contas dos valores gerados pelas atividades que irá desenvolver, devendo ser contido nos valores a assumir com o proprietário, porque há anos improdutivos, outros anos de baixas produções/produtividades e à medida que o tempo passa há tendência para abaixamento de valorizações das produções.  

4. Para a renda da vinha deve entrar com um valor de renda para amortizar em 20 anos o valor do investimento já realizado pelo proprietário, adicione o valor da renda relativo ao terreno.

5. Utilize como critério para limite máximo do valor da renda a pagar:
O valor da renda deve ser inferior (margem a fixar por cada um em função do seu perfil de risco) ao valor de prestação de empréstimo com prazo de 30 anos parta adquirir a terra (o valor da prestação é a soma da amortização (valor da terra a dividir por 360 prestações + o valor dos juros) - escrevo este principio porque conheço alguns casos em que sairia mais barato, seria mais competitivo e haveria menos risco se o arrendatário comprasse a terra 

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Mirtilos

Boa noite Sr Eng.

Após a implantação da planta de mirtilo em outubro a dezembro, pergunto se devo de começar de imediato a adubar a planta, pela fertirrega, ou estará a planta em dormência e sendo assim não será necessária a adubação.

Obrigado

Comentários:
1.       As adubações através da fertirrega devem começar na primavera quando haja necessidade de regar devido ao solo se encontrar seco.

2.       No período de dormência das plantas de mirtilo no inverno não devem ser realizadas adubações que contrariem a paragem da atividade fisiológica das plantas.